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Segurança

Goiano é morto na Inglaterra

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O goiano Carlos Roberto Oliveira, de 28 anos, foi assassinado a facadas no último sábado, em Londres, na Inglaterra, onde residia há menos de um ano. Ele foi morto na boate em que trabalhava como segurança. A família, que mora em Goiânia, suspeita de crime passional.

O secretário Estadual para Assuntos Internacionais, Elie Chidiac, diz que o governo goiano ajudará a família a trazer o corpo para Goiânia. Chidiac entrou em contato com a embaixada brasileira em Londres para que acompanhe o processo de traslado. A vinda do corpo pode demorar, pois o goiano foi assassinado e o crime ainda está sendo investigado pela polícia inglesa.

Enquanto não é trazido, a família passa o tempo todo em vigília aguardando informações. Conforme o comerciante Joaquim Marcelo de Moura, de 36 anos, primo de Carlos Roberto, a casa da mãe do rapaz, Maria de Jesus Oliveira, tem permanecido cheia de parentes e amigos.

Inconformado com a morte do primo, Joaquim Marcelo conta que Carlos Roberto tinha intenção de voltar para o Brasil até o fim do ano. Ele deixou o País há dois anos com destino a Ourinhos, na Espanha, onde começou a trabalhar em uma fazenda. Lá, de acordo com Joaquim Marcelo, ele conheceu uma mulher de Anápolis, com quem passou a namorar.

Joaquim Marcelo assegura que, como sempre buscava um salário melhor, o primo decidiu ir para Londres, há cerca de 9 meses, sendo acompanhado pela namorada. Pouco tempo depois de chegar à capital inglesa, o relacionamento deles acabou.

Conforme Marcelo, há três meses, o primo foi chamado para trabalhar como segurança em uma boate. Há um mês, contudo, Carlos Roberto avisou a família que estava sendo ameaçado de morte pelo novo namorado da ex-namorada, que ele dizia ser um albanês. O homem estaria com ciúmes, pois os dois continuavam sendo amigos.

O comerciante diz que o primo teria sido agredido pelo atual namorado da goiana. “Ele teve de ser atendido em um hospital”, assegura. “Ele não tinha inimigos, por isso acreditamos que o albanês foi mesmo quem o matou”, diz Joaquim Marcelo.

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