Cultura
Iporaenses participaram da 2ª Conferência Estadual de Cultura
Os delegados escolhidos na primeira Conferência Municipal de Cultura, realizada no mês de maio no PETI estiveram participando em Goiânia, no Centro Cultural Oscar Niemeyer da 2ª Conferência Estadual de Cultura, nos dias 15,16,17. Foram eles: Wiliiam Gonçalves, artista plástico e presidente do Conselho Municipal de Cultura; Daiana Gomes, Professora de Dança no Ceconj Elias Araújo Rocha; Ricardo (Bamba), Professor de Capoeira, Tahyúscia, Secretaria Municipal de Educação e David Furtado.

William Gonçalves disse que a conferência teve como objetivo a criação do Plano Estadual de Cultura e foi aberta com duas palestras. Uma com José Roberto Peixe, representante do Ministério da Cultura e outra com Rosemary de Fátima Carvalho da Silva. Posteriormente foi feita a leitura do regimento da conferência e no segundo dia realizado o trabalho por 6 grupos temáticos.
Dentre as propostas, as mais relevantes foram a solicitação de que os espaços de cultura sejam regidos pelo Ministério da Cultura e não mais por Organizações Não-governamentais (ONGs); Aumento nas destinações de recursos para a área cultural e a criação de espaços permanentes e itinerantes para comercialização e realização de oficinas. Daiana Gomes foi eleita como representante dos municípios para elaborar o Plano Estadual de Cultura.
Segundo William Gonçalves, as próximas etapas que culminam com o Plano Nacional de Cultura são: 1) Apresentação do Plano Municipal de Cultura; 2) realização do Fórum regional de cultura – Feito pela AGEPEL em São Luís de Montes Belos; 3) Criação do Fórum de cultura setorial (Brasília); 4) Em novembro a realização do Fórum Estadual de Cultura; 5) Em fevereiro a capacitação de facilitadores de cultura; 6) Em março e abril está prevista o seminário regional de cultura e por fim, 7) será encaminhado o material para o legislativo elaborar o Plano Nacional de Cultura.
Por que realizar todos estes trabalhos?
Segundo William Gonçalves todo este trabalho que vem sendo realizado serve para credenciar os municípios junto ao Ministério da Cultura. E por mais que possa parecer um paradoxo serve para desburocratizar os repasses de recursos para a área cultural a nível de municípios uma vez que, antes este trabalho era feitos somente por leis de incentivo a cultura, tais como, a Lei Rouanet e a Lei Goyazes.
Em Iporá, por mais dispendioso que seja, o trabalho está avançando. Já foi criado o Fundo de Cultura, o Conselho Municipal de Cultura e logo será divulgado o Plano Municipal de Cultura. A nível estadual já caminha também para a elaboração do plano e para o próximo ano está previsto a criação do Plano Nacional de Cultura.
(João Batista da Silva Oliveira)

