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Saúde

Iporá ocupa a 4° e Amorinópolis a 10° posição entre as cidades com o maior número de casos de dengue em Goiás

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Um novo Boletim da Dengue, divulgado nesta sexta-feira (31)  pela Secretária Estadual de Saúde, mostra que a cidade de Iporá caiu uma posição no ranking das cidades com os maiores números de casos de dengue em Goiás. Porém, mesmo caindo uma posição, não há motivos para comemorar, já que de acordo com o boletim, Iporá registrou apenas nos 25 primeiros dias de janeiro 420 casos registrados da doença.

De acordo com o Boletim, Iporá permanece na zona de Alto Risco de contaminação da doença. O destaque do boletim foi a inclusão da cidade de Amorinópolis  entre as cidades com os maiores números de casos da dengue em Goiás.

Amorinópolis aparece na 10° posição com 111 casos registrados. A cidade que de acordo com o IBGE possui cerca de 3.570 habitantes aparece na lista entre cidades de grandes números populacionais como Trindade, que ocupa a 7° Colocação com apenas 55 casos a mais que Amorinópolis.

Falta de campanhas de conscientização e materiais informativos sobre o combate a doença

Em Iporá, cidade com pouco mais de 31 mil habitantes e que conseguiu ultrapassar grandes pólos populacionais como: Anápolis, Rio Verde, Trindade e Jataí, em números da dengue, a forma de enfrentar a doença ainda é tímida e sem grandes resultados, uma vez que, a falta de campanhas de conscientização, materiais informativos, divulgação de relatórios com os bairros mais afetados e locais onde os moradores devem ter mais atenção, são dificuldades que estão sendo enfrentadas pelos moradores da cidade.

Moradores do Centro da cidade, reclamam que mesmo com o alto número de casos, carros fumacê ainda não foram vistos no setor. Outra reclamação dos moradores é com a coleta de lixo, já que um grande número de moradores mesmo após fazer a limpeza em seus quintais, permanecem com lixo nas portas de suas residências, já que as datas de coleta de lixo não foi alterada para facilitar a remoção dos lixos dos quintais e nem foi divulgado nenhum material informativo sobre como proceder em caso de localização de focos de proliferação do mosquito e horário das coletas do lixo.

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