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Saúde

Iporá lidera número de mortes causadas pela dengue em Goiás, três pessoas já morreram em 2014

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Diariamente, mais de 20 casos de dengue são registrados em Iporá

A Secretaria de Saúde do Estado de Goiás, confirmou nesta quinta-feira (27) a alarmante situação que Iporá vive em relação ao grande aumento dos números de casos da dengue em 2014. De acordo com o relatório divulgado, foram registrados 1.101 casos da doença até o dia 22 de fevereiro. Outra informação preocupante, é que Iporá lidera o número de mortes causadas pela doença em Goiás.

De acordo com o relatório, duas pessoas já tiveram confirmadas através de exames, que suas mortes foram ocasionadas pela dengue. A Secretaria Estadual ainda aguarda resultados de exames de uma terceira vítima, que também perdeu a vida devido complicações após ter contraído a doença.

Com as duas mortes confirmadas e a terceira sob suspeita, Iporá lidera o número de óbitos causados pela dengue em Goiás. Até o momento, só foram confirmadas três mortes no estado, duas em Iporá, e uma no município de Goiânia.

Com 1101 casos notificados da doença, Iporá permanece na 4° posição do ranking da dengue em Goiás, ficando atrás apenas das cidades de Goiânia, Luziânia e Aparecida de Goiânia. Para completar as péssimas estatísticas, Iporá aparece também na zona de alto risco de contaminação da doença.

O relatório aponta que são registrados mais de 20 casos da dengue diariamente em Iporá, número que assusta e coloca em discussão a necessidade de ações urgentes que visem além de tudo, preservar a vida e a saúde da população.

Na última terça-feira (25), após reunião entre o Prefeito e membros da Secretaria de Saúde, a Prefeitura de Iporá anunciou em nota, que iniciaria uma ação de combate a doença. Uma ação parecida foi realizada em janeiro, porém se mostrou ineficiente, já que relatórios mostraram que o número de casos continuaram aumentando de forma, antes nunca vista no município. No inicio de fevereiro, Iporá registrou um aumento de mais de 550% em relação a 2013  e mais de 1500% em relação ao mesmo período de 2012.

Até o momento, não foi informado se será decretado estado de emergência no município, visto que, em outros municípios, com um número bem menor de mortes e de casos, tal decisão foi tomada para permitir que a prefeitura amplie medidas para eliminar os focos do mosquito Aedes Aegypti, sendo possível a contratação de mais agentes de endemias, além de mais médicos e enfermeiros, em caráter de urgência.

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